até para quem tem frio por dentro, nasce o sol.
cada amanhecer é um começo, até para quem está morto por dentro.
tragédia, tragédia, é viver adormecido, alheado, anestesiado... com uma couraça que não deixa que os raios desse sol de todos entre e ilumine e aqueça a escuridão e o frio de dentro.
triste, triste, é saber desta verdade e ter que a aceitar pelos olhos e pela alma dentro... e não poder fazer nada. faz parte. ninguém é mais que ninguém. e - felizmente - há o livre-arbítrio... para o erro também. sem controlo, aceitação. cada um escolhe o seu caminho e o meu desvia-se, hoje, um pouco mais de alguns outros...
as it should be.
hoje, o sol do mundo veste-me a ternura e dou mais um passo... por outro caminho. o meu. sempre.
e há o rio, e o cheiro do rio. as gaivotas, as garças e as cegonhas... as árvores em flor e as mimosas...
(atchum!!!! - não é erro, eu espirro mesmo em atchUM...)
e há o dia inteirinho, dolente, a deslizar à minha frente...
comigo...
"tudo vale a pena quando a alma não é pequena" Fernando Pessoa
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