domingo, 22 de março de 2015



deito um silêncio ao chão
com a palma da mão...

a alma não...
a alma recolhe o silêncio ferido
abraça-o
leva-o para um ninho
para o ninar...

quisera curar o silêncio tombado
alma de cristal
fonte que jorra saudade...

hoje é assim.

amanhã... quem sabe?...

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