deito um silêncio ao chão
com a palma da mão...
a alma não...
a alma recolhe o silêncio ferido
abraça-o
leva-o para um ninho
para o ninar...
quisera curar o silêncio tombado
alma de cristal
fonte que jorra saudade...
hoje é assim.
amanhã... quem sabe?...
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